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Certificações globais: o que INMETRO, NR-12, UL 763 e NSF exigem de um equipamento
| Um selo na etiqueta de um equipamento resume um processo de meses: ensaio em laboratório, análise documental, auditoria de fábrica e emissão de certificado por um organismo independente do fabricante. O comprador vê o selo. O operador percebe o efeito no dispositivo que interrompe a máquina quando a proteção é aberta e no acabamento que permite higienizar a peça no fim do turno. |
| A Skymsen realiza avaliações de riscos em 100% dos seus equipamentos e submete todos eles a validação de segurança e funcionamento no final da linha de produção, antes da liberação para venda. Em 2025, a empresa registrou zero ações de recall e nenhum caso de não conformidade relacionado a impactos na saúde e segurança de produtos e serviços. |
O que cada norma cobra |
| O desenvolvimento de produto da Skymsen segue seis conjuntos de padrões técnicos: NR-12, Diretivas CE, Norma UL 763, Norma NSF, Norma CSA e as Normas IEC pertinentes. Cada um responde a uma pergunta diferente sobre o mesmo equipamento: |
| NR-12: a Norma Regulamentadora nº 12 do Ministério do Trabalho e Emprego estabelece medidas de segurança para o trabalho em máquinas e equipamentos. Ela trata de proteção fixa e móvel, dispositivo de parada de emergência, sistema de segurança que impede o acionamento com a proteção aberta, aterramento, sinalização e manual em português, e responde pela integridade física de quem opera. |
| UL 763: norma da Underwriters Laboratories aplicada a máquinas motorizadas de preparo comercial de alimentos. Ela avalia o comportamento elétrico e mecânico do equipamento em uso continuado, incluindo aquecimento, isolação, resistência estrutural e risco de acesso a partes móveis, e é a referência exigida no mercado norte-americano. |
| Norma NSF: conjunto de padrões de projeto sanitário para equipamentos que entram em contato com alimento. Ela trata de material, acabamento de superfície, raio interno de canto, junta soldada, ausência de área de acúmulo e facilidade de higienização. Uma peça aprovada nesse critério pode ser limpa por completo pela equipe no fim do turno. |
| Diretivas CE: requisitos das diretivas europeias para produtos exportados, atestados pela Conformité Européenne. Cobrem segurança de máquinas, compatibilidade eletromagnética e requisitos de baixa tensão. |
| Norma CSA: padrão da Canadian Standards Association, referência de segurança elétrica no mercado canadense. |
| Normas IEC: normas da International Electrotechnical Commission aplicáveis a equipamento eletroeletrônico, base técnica de boa parte das normas nacionais. |
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As certificações que a Skymsen mantém |
| O padrão técnico orienta o projeto, e a certificação comprova o resultado perante terceiros. O conjunto declarado no Relatório de Sustentabilidade 2025: |
| Certificação INMETRO: atendimento às Portarias nº 148/2022, nº 267/2021 e nº 200/2021 do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, que verificam conformidade com as normas nacionais de qualidade, segurança e desempenho. |
| Selo Ruído: Portaria INMETRO nº 6/2022, que certifica produtos com base no nível de emissão sonora. |
| NR-12: conformidade que assegura projeto e fabricação com foco na proteção do operador, na prevenção de acidentes e na adequação às normas de segurança vigentes. |
| Certificação UL e ETL: requisitos da Underwriters Laboratories e da Electrical Testing Laboratories para produtos exportados, atestando conformidade com padrões internacionais de segurança e desempenho nos países de destino. |
| Certificação CE: requisitos das diretivas europeias, atestados pela Conformité Européenne. |
| SASO: requisitos da Saudi Standards, Metrology and Quality Organization, responsável pelas normas de qualidade da Arábia Saudita, certificados por meio da SGS. |
| KEBS: requisitos do Kenya Bureau of Standards, responsável pelos padrões de qualidade no Quênia, também por meio da SGS. |
| SABS: requisitos do South African Bureau of Standards, responsável pelas normas técnicas da África do Sul, igualmente por meio da SGS. |
O controle dentro da fábrica |
| O certificado é emitido uma vez por linha ou por modelo. O controle de série garante que a unidade entregue ao cliente corresponde ao modelo certificado. |
| A avaliação de riscos alcança 100% das categorias de produto, com revisões periódicas e busca ativa por melhorias, seguindo normas nacionais e internacionais de segurança e regulamentações específicas do setor. No final das linhas de produção, todos os equipamentos passam por validação de segurança e funcionamento antes da liberação para venda. |
| Em 2025, esse teste registrou 40 casos de não conformidade com os códigos voluntários da empresa, redução de 59,2% em relação ao ano anterior. As ocorrências foram identificadas durante os testes de funcionamento e segurança realizados ao final da linha de produção. Os equipamentos foram encaminhados para ajuste e, após a implementação das ações corretivas necessárias, passaram por novos testes e foram liberados para comercialização. |
| Os quarenta desvios detectados dentro da fábrica são quarenta unidades que deixaram de chegar ao cliente com problema. O indicador mede a capacidade de captura do controle interno, e a queda de 59,2% indica que a origem dos desvios vem sendo corrigida no processo. |
| O suporte técnico vem de laboratórios próprios, onde os equipamentos são submetidos a testes de durabilidade e funcionalidade. Essa estrutura sustenta a conformidade com as normas e reduz o tempo de obtenção de certificações. |
Informação ao cliente: a parte que chega junto com a máquina |
| A conformidade continua depois da entrega. A empresa segue procedimentos internos e legislações vigentes para comunicar as informações relevantes por rotulagem, manual ou treinamento, em quatro frentes: |
| Origem dos componentes: priorização de fornecedores certificados e auditados conforme padrões estabelecidos. |
| Conteúdo de substâncias de impacto: declaração de substâncias reguladas em documentos e rótulos, em conformidade com as normas vigentes. |
| Uso seguro: os produtos acompanham manual de operação segura e etiquetas de advertência. A empresa oferece treinamentos para o uso adequado e a prevenção de acidentes, conduzidos pela Universidade Skymsen de Ensino a Distância, a USEAD, que também capacita as cerca de 818 Assistências Técnicas Autorizadas. |
| Disposição e impactos ambientais: informações e orientações para descarte e reciclagem apropriados das máquinas e componentes. |
| Esses procedimentos seguem os padrões internacionais ambientais e de qualidade e as normas nacionais aplicáveis dispostas pela ABNT e pelo INMETRO. No período avaliado, a empresa declara não ter registrado casos de não conformidade com legislações obrigatórias ou códigos voluntários nos temas de rotulagem, segurança, impacto ambiental ou social, nem na comunicação de marketing de produtos e serviços. |
| A percepção do cliente sobre esse conjunto é medida pela metodologia NPS (Net Promoter Score, índice que mede a disposição do cliente em recomendar a marca), com questionário on-line. O resultado geral de 2025 foi de 86 pontos em uma escala de menos 100 a 100, classificado como zona de excelência, acima da meta interna de 60 pontos. |
O que a certificação muda na sua operação |
| A certificação produz quatro efeitos diretos no dia a dia de um açougue, de uma padaria, de um supermercado, de um restaurante ou de uma cozinha industrial: |
| Fiscalização do trabalho: máquina em desacordo com a NR-12 gera notificação, embargo do equipamento e, em caso de acidente, responsabilização do empregador. Comprar equipamento conforme resolve a exigência na origem. |
| Vigilância sanitária: projeto sanitário adequado reduz ponto de acúmulo de resíduo orgânico, o que facilita a higienização e diminui o risco de contaminação cruzada em inspeção. |
| Seguro e contrato: apólice de seguro patrimonial e contrato de fornecimento com rede ou órgão público costumam exigir comprovação de conformidade dos equipamentos instalados. |
| Segurança do operador: proteção, intertravamento e parada de emergência atuam no momento em que a rotina falha, protegem a pessoa e evitam o afastamento. |
Boas práticas: como conferir a conformidade antes de comprar |
| Um roteiro objetivo para usar na cotação: |
| 1. Localize a etiqueta de identificação do equipamento: ela traz fabricante, modelo, número de série, tensão, potência e as marcas de conformidade. Etiqueta ausente ou ilegível é motivo para recusar a entrega. |
| 2. Confirme se o certificado cobre o modelo que você vai comprar: a certificação é concedida por linha e por modelo, e um número de certificado se refere a um escopo específico. |
| 3. Verifique quem emitiu o certificado: organismos como a SGS conduzem a certificação para SASO, KEBS e SABS. O nome do certificador aparece no documento. |
| 4. Peça a documentação de NR-12 do equipamento: manual em português, descrição dos dispositivos de segurança e orientação de instalação são parte da entrega. |
| 5. Confira o material e o acabamento das superfícies em contato com alimento: canto arredondado, solda contínua e ausência de fresta tornam a limpeza viável na rotina. |
| 6. Pergunte o histórico de recall do fabricante: o dado deve estar publicado no relatório de sustentabilidade da empresa. |
| 7. Avalie a rede de assistência técnica no seu estado: a conformidade de fábrica tem pouco valor operacional se o atendimento demora a chegar. |
| 8. Guarde manual e nota fiscal: os dois documentos sustentam a comprovação na fiscalização e o acionamento da garantia. |
Tendências: conformidade entra na cotação junto com preço e prazo |
| Redes, franquias e grandes contratos de fornecimento passaram a pedir comprovação documental antes de fechar pedido, e a exigência desce a cadeia: quem compra da rede audita o fabricante, e o fabricante audita o fornecedor de aço e de motor. |
| O crescimento do setor sustenta esse movimento. O food service brasileiro registrou expansão superior a 6% em 2025, segundo o Índice de Desempenho do Food Service. O setor metalúrgico responsável pela produção dos equipamentos emprega mais de 200 mil pessoas e responde por aproximadamente 3,1% do Produto Interno Bruto, conforme a Confederação Nacional da Indústria em 2024. |
| O compromisso público assumido pela Skymsen para o tema é auditar 100% dos produtos e corrigir as não conformidades técnicas e de segurança identificadas, com indicadores reportados sob as diretrizes da Global Reporting Initiative e alinhados à meta 16.6 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16. |
| Para o comprador, a consequência prática é previsível: certificado, histórico de recall e relatório de sustentabilidade serão pedidos já na cotação, ao lado de preço e prazo de entrega. |
Perguntas frequentes |
| Quais normas técnicas a Skymsen segue no desenvolvimento de produtos? |
| NR-12, Diretivas CE, Norma UL 763, Norma NSF, Norma CSA e as Normas IEC pertinentes, conforme o Relatório de Sustentabilidade 2025. |
| O que é a UL 763? |
| Norma da Underwriters Laboratories aplicada a máquinas motorizadas de preparo comercial de alimentos, que avalia comportamento elétrico e mecânico em uso continuado, incluindo aquecimento, isolação, resistência estrutural e acesso a partes móveis. |
| O que a Norma NSF avalia? |
| O projeto sanitário de equipamentos que entram em contato com alimento: material, acabamento de superfície, geometria de cantos e juntas, ausência de área de acúmulo e facilidade de higienização. |
| Todos os equipamentos passam por teste antes de sair da fábrica? |
| Sim. A avaliação de riscos alcança 100% dos equipamentos, e todos passam por validação de segurança e funcionamento no final da linha de produção antes da liberação para venda. |
| A Skymsen registrou recall em 2025? |
| Não. O relatório informa zero ações de recall em 2025 e nenhum caso de não conformidade relacionado a impactos na saúde e segurança de produtos e serviços. |
| O que significam os 40 casos de não conformidade registrados em 2025? |
| São desvios identificados durante os testes de funcionamento e segurança ao final da linha de produção, com redução de 59,2% em relação ao ano anterior. Os equipamentos foram ajustados, passaram por novos testes e só então foram liberados para comercialização. |
| Quais certificações internacionais os equipamentos atendem? |
| Certificação CE para a Europa, UL e ETL para os Estados Unidos, SASO na Arábia Saudita, KEBS no Quênia e SABS na África do Sul, estas três por meio da certificadora SGS. No mercado nacional, Certificação INMETRO, Selo Ruído e NR-12. |
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| Conformidade de produto é um encadeamento de etapas verificáveis: padrão técnico definido no projeto, ensaio em laboratório próprio, certificado emitido por organismo independente, avaliação de risco em 100% das categorias, teste de segurança no fim da linha, ajuste do que reprova e novo teste antes da liberação. |
| Para quem opera, o resultado desse encadeamento aparece em três lugares: a etiqueta que a fiscalização confere, a superfície que a equipe consegue higienizar e a proteção que atua quando a rotina falha. Se é Skymsen, pode confiar. |
| Consulte o Relatório de Sustentabilidade 2025 da Skymsen para ver os indicadores completos de qualidade e segurança de produto. |
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