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Gestão de resíduos: como a Skymsen chegou a 89,8?circularidade
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Gestão de resíduos: como a Skymsen chegou a 89,8?circularidade

De cada dez toneladas de resíduo geradas na fábrica da Skymsen em 2025, quase nove voltaram para o circuito produtivo. O índice de circularidade fechou o ano em 89,8%, o maior da série publicada no Relatório de Sustentabilidade 2025.
 
Esse resultado tem origem em decisões tomadas antes de o resíduo existir: no aproveitamento da chapa que vai para o corte, na embalagem que volta do cliente e na separação de cada material dentro da fábrica.
 

Os números de 2025

 
A Skymsen gerou 509,6 toneladas de resíduos em 2025, aumento de 3,8% sobre o ano anterior, em consonância com o crescimento de 4,95% no volume de produtos fabricados no período. Desse total, 457,6 toneladas foram destinadas à reciclagem e à reutilização, e 52,1 toneladas seguiram para aterro sanitário.
 
A informação mais importante está nessa última linha. A produção cresceu, o volume de resíduo cresceu junto e o envio a aterro caiu 38,4%, o equivalente a 32,4 toneladas a menos de material enterrado em um ano de operação maior.
 
Ano Reciclagem e reutilização Aterro sanitário Total gerado Circularidade
2023 320,8 t 48,2 t 369,5 t 86,8%
2024 406,1 t 84,5 t 490,8 t 82,7%
2025 457,6 t 52,1 t 509,6 t 89,8%
 
A destinação de papelão, plástico e sucatas metálicas para reciclagem gerou R$ 177,3 mil de receita no ano, valor que inclui os resíduos encaminhados para tratamento de efluentes e para blendagem em coprocessamento. No mesmo período, a empresa investiu cerca de R$ 91,5 mil na destinação adequada dos resíduos.
 
Gestão de resíduos na fábrica da Skymsen
 

O trabalho começa antes de o resíduo existir

 
Dentro da fábrica, a referência é o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, o PGRS, que orienta a redução, o reaproveitamento e a reciclagem nos processos produtivos. Dele saem quatro práticas, cada uma em um ponto diferente da linha:
 
Otimização do corte: chapas, barras e tubos são planejados para deixar o mínimo de sobra, o que reduz a sucata gerada por peça produzida.
Reutilização de consumíveis: lixas e brocas, itens de alto giro na usinagem e no acabamento, seguem orientações de redução e reaproveitamento que estendem a vida de cada unidade.
Reaproveitamento interno dos metais: os materiais metálicos retornam ao processo dentro da própria planta.
Segregação na fonte: os resíduos são classificados em perigosos e recicláveis no ponto onde são gerados, o que assegura a destinação adequada e reduz o risco de contaminação cruzada.
 
A contaminação cruzada acontece quando um material reciclável se mistura a um contaminado e perde a rota de reciclagem inteira. Separar na origem é o que mantém cada material no destino certo.
 

Cada tonelada sai da fábrica com destino comprovado

 
A destinação é feita por meio do Manifesto de Transporte de Resíduos, o MTR, que direciona todos os resíduos declarados para prestadores de serviço devidamente licenciados. Concluído o tratamento ou o descarte, o prestador emite o Certificado de Destinação Final, o CDF. Cada carga que deixa a fábrica tem, assim, registro de saída e comprovação de chegada.
 
O acompanhamento é contínuo. A quantidade de resíduo é monitorada por indicadores correlacionados ao volume mensal de produção, e esses indicadores são analisados em reuniões periódicas. Amarrar resíduo a produção é o que permite enxergar ganho real de eficiência em um ano de fabricação maior, como foi 2025.
 
Os resíduos perigosos passam pelo mesmo controle. Foram 113,4 toneladas em 2025, 10,1% abaixo de 2024, divididas em três rotas: 82,0 toneladas para tratamento de efluentes, 30,2 toneladas para blendagem em coprocessamento e 1,2 tonelada para reciclagem.
 

Circularidade também é decisão de projeto

 
A entrada da fábrica explica boa parte da saída. Em 2025, a produção consumiu 2.832,6 toneladas de materiais não renováveis, com motores (1.122,7 t), aço inox (900,0 t) e aço carbono (234,6 t) à frente da lista. Metal responde pela maior parte do insumo e responde também pela maior parte do resíduo reciclado: 278,5 toneladas de aço, ferro, inox, alumínio e fios de cobre voltaram ao circuito no ano.
 
Duas decisões de projeto ampliam esse efeito:
 
Embalagem retornável: na logística, a Skymsen utiliza caixas plásticas retornáveis do tipo KLT, padronizadas para transporte e armazenamento de peças, com berços internos em Etileno Vinil Acetato, o EVA, material flexível que protege e amortece os itens. O conjunto garante a eficiência da logística reversa e a integridade dos produtos, e reduz perdas e o uso de descartáveis.
Equipamento durável: no produto, as máquinas são projetadas com materiais duráveis, a empresa disponibiliza componentes de reposição para manutenção e cada equipamento sai de fábrica com orientações para o descarte e a reciclagem apropriados das máquinas e de seus componentes.
 
Com os fornecedores, a empresa mantém parceria para a otimização de embalagens, com foco na redução da geração de resíduos. Um equipamento que dura mais, que aceita troca de peça e que chega ao fim da vida com instrução de descarte demora mais para virar resíduo na operação de quem o usa.
 

Um compromisso que continua em 2026

 
No pilar ambiental, o Relatório de Sustentabilidade 2025 registra dois compromissos permanentes da Skymsen: manter a energia elétrica 100% certificada de fonte renovável e garantir a conformidade com as leis e os regulamentos ambientais, com busca contínua de melhorias nos processos e nas práticas. Os dois valem de forma permanente, porque descrevem a maneira de operar.
 
Há também uma meta com prazo. Até o segundo semestre de 2026, a empresa integrará critérios ESG à seleção e à avaliação de fornecedores, compromisso alinhado à meta 12.6 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 12. Em 2025, a Skymsen tornou-se signatária do Movimento Nacional Somos ODS, incorporando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável à sua estratégia.
 

Perguntas frequentes

 
O que é o índice de circularidade de 89,8%?
É a proporção entre o resíduo reciclado e o resíduo gerado no ano. Em 2025, a Skymsen reciclou ou reutilizou 457,6 das 509,6 toneladas geradas.
 
Quanto resíduo foi para aterro em 2025?
Foram 52,1 toneladas, ante 84,5 toneladas em 2024, redução de 38,4%.
 
Como a Skymsen comprova a destinação dos resíduos?
Pelo Manifesto de Transporte de Resíduos, o MTR, que direciona o material a prestadores licenciados, e pelo Certificado de Destinação Final, o CDF, emitido quando o tratamento ou o descarte termina.
 
A reciclagem gera receita para a empresa?
Sim. Em 2025 foram R$ 177,3 mil com papelão, plástico e sucatas metálicas, incluindo os resíduos encaminhados para tratamento de efluentes e blendagem para coprocessamento. No mesmo ano, o investimento na destinação adequada foi de cerca de R$ 91,5 mil.
 
Qual é o destino do resíduo perigoso?
As 113,4 toneladas de 2025 seguiram três rotas: 82,0 toneladas para tratamento de efluentes, 30,2 toneladas para blendagem em coprocessamento e 1,2 tonelada para reciclagem, com transporte declarado em MTR e destinação em empresas licenciadas.
 
Circularidade de resíduos na Skymsen em 2025
 
O índice de 89,8% é a soma de decisões pequenas e verificáveis: a chapa cortada com menos sobra, o consumível reaproveitado, o metal que volta ao processo, o resíduo separado no ponto de geração, o transportador licenciado e o certificado de destinação arquivado.
 
Esse mesmo cuidado acompanha cada equipamento que sai da fábrica, no material escolhido, na peça de reposição disponível e na embalagem que volta para o ciclo seguinte. Se é Skymsen, pode confiar.
 
Conheça os compromissos ESG da Skymsen e consulte o Relatório de Sustentabilidade 2025 para ver os indicadores ambientais completos do ano.
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